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Em raras declarações públicas sobre o programa nuclear iraniano, Heinonen, ex-inspetor-chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, um órgão da ONU), disse ao jornal francês Le Monde que as reservas de urânio do Irã ainda representam uma "ameaça".
Até deixar o cargo este mês, por razões pessoais, Heinonen era subdiretor-geral da AIEA e chefe do departamento de salvaguardas, que verifica se os programas nucleares nacionais não estão sendo ilegalmente usado para fins militares.
O Ocidente acusa o Irã de estar tentando desenvolver armas atômicas, o que o governo do país nega, alegando que seu objetivo é apenas gerar energia para fins civis. Como membro da AIEA, o finlandês Heinonen passou anos investigando essas suspeitas.
Na entrevista, publicada nesta quinta-feira (26), ele disse que o Irã possui hoje três toneladas de urânio baixamente enriquecido, material que pode ser usado para alimentar usinas nucleares. Para ser usado em armas nucleares, o material teria de ser enriquecido até um grau muito maior de pureza.
R7
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