O presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, afirmou nesta quinta-feira que está sendo estudada uma proposta de dividir o Brasil em quatro regiões para alocar equipes e jogos no próximo Mundial. A informação foi dada em uma entrevista coletiva da Fifa ocorrida no estádio Soccer City, em Joanesburgo. Segundo o dirigente, a entidade ainda está avaliando a medida, que teria como objetivo facilitar o transporte durante a competição.
Durante a entrevista, Ricardo Teixeira também disse que está previsto para o dia 31 de julho de 2011 o sorteio das chaves das eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014. Segundo o presidente, a data foi escolhida para facilitar a realização da competição em continentes com muitas seleções, especialmente a Ásia. No entanto, não está definida a cidade que abrigará o evento.
Na América do Sul, os times se enfrentam em grupo único em jogos de ida e volta. O Brasil por ser sede da competição não vai participar da competição.
Estádios em Curitiba e SP e aeroportos preocupam dirigente
O presidente da CBF falou também sobre as preocupações para o próximo Mundial. Sobre a infra-estrutura do país, o dirigente deixou claro que a prioridade até 2014 deve ser a melhoria dos aeroportos.
Em relação às cidades-sedes e projetos de estádio, o dirigente reforçou que tudo está dentro dos prazos estabelecidos. No entanto, Ricardo destacou que há um problema sobre arena em São Paulo e uma dúvida sobre as garantias financeiras de Curitiba.
O problema do estádio na capital paulista ficou evidente no mês passado, quando a CBF informou que o Morumbi estava fora da Copa do Mundo de 2014. Segundo a entidade, o veto ocorreu por não ter recebido as garantias financeiras necessárias. Ricardo Teixeira disse que conversou com o prefeito da cidade, Gilberto Kassab, sobre um novo projeto, mas mostrou preocupação sobre o prazo para que seja viabilizada outra arena.
Questionado sobre a possibilidade de Curitiba deixar de ser uma cidade-sede, o dirigente disse que é muito cedo ainda para este tipo de especulação. O presidente do Comitê Organizador reforçou que a incerteza reside na parte financeira do projeto.
Fonte: G1
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