Permanece preso em Eunápolis, o lavrador José Ribeiro dos Santos, 52 anos, que se declara índio da tribo Tupinambá. Ele é suspeito de abusar sexualmente de uma menina de nove anos e também de ter mantido relação com sua filha de 13. O resultado da suposta relação incestuosa foi uma gravidez precoce. O bebê, hoje com nove meses, poderá ser submetido a exame de DNA para comprovação de paternidade.
A prisão aconteceu em uma casa na Rua Cristóvão Colombo, no bairro Pequi, onde José Ribeiro convivia com a criança e com sua filha. Marcos Oliveira, tio da garotinha de nove anos, contou que ela é criada pela avó de 52 anos, que viajou há 35 dias e pediu para que o índio cuidasse dela.
Parentes disseram que o índio foi expulso de uma aldeia pataxó em Itaporanga, município de Porto Seguro, assim que o cacique descobriu que ele engravidou a filha.
José Ribeiro, que foi apresentado no plantão da polícia civil nega tudo, inclusive que tenha fugido. 'Eu não corri pelo fundo. Estava trabalhando. Meu amigo, eu não abusei desta criança. Entendeu? Estou falando com vocês que não abusei, por Deus. Estava apenas tomando conta, zelando dela, a pedido da avó. Eu também nunca mantive relação com minha filha', defende-se.
O tio, Marcos Oliveira, contou que a garota de nove anos chegou a falar que sofreu abuso. 'Ela está diferente. Magra, abatida e chegou a me dizer que durante a noite ele acordou e mexeu em suas partes íntimas', frisa.
FOTO: Radar64
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